Uma linda mulher, com sua feminilidade á flor da pele
Delicada, sensata, pois não amada...
Um lindo homem, com sua masculinidade irradiante em educação esplendida
Dedicado, mascarado, pois não admirado...
Ambos conheceram-se em fase de desgostos, loucos para serem amados.
Ela, uma plebéia doce e encantada.
Ele, um príncipe rico e encantador.
A paixão fez com que se afogassem em um mar de gestos de gratidão.
Seus bens materiais hipnotizaram a bela plebéia.
Percebendo o esforço do belo príncipe, deu-lhe em troca sua inocente e tão aguardada virgindade.
Depois de passarem pelos campos mais belos de rosas que o amor lhes proporcionou
Infelizmente não poderiam mais ficar juntos por motivos, subitamente, inventados e trapaceados.
Por sua vez, a vossa majestade deu o seu ultimo presente á aquela magnífica mulher.
Pôs em suas mãos uma caixa prateada cravejada de diamantes,
Poderia abri-la apenas quando a saudade o tivesse matando.
E como todas as caixas, essa não teria motivos para não ter surpresas.
A linda plebéia sufocada e envenenada de saudades de seu amor passageiro
Abriu a caixa, lá dentro continha a rosa mais linda de todo aquele reino.
Uma rosa de cor negra e junto á ela uma carta escrita com letras de ódio e decepção.
Após ler a carta, a mulher refugiou-se em depressões injustas, como toda sua vidaapartir daquele momento em diante.
Na carta havia escrito as seguintes palavras:
“Deixei-me levar pelas emoções encantadoras ao teu lado
e absurdamente não encontrei coragem para te dizer o que me reprimia.
É com todo o meu sentimento de desculpas que digo que sou portador de Aids.”

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